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Este artigo apresenta um relato de experiência da participação como extensionistas do Núcleo de Acessibilidade às Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE) vinculado à Pró-reitoria de Extensão do IFCE - Campus Jaguaribe. O plano de ações do Núcleo em 2023, assim como nos anos anteriores, pautou-se nos objetivos de fortalecer a discussão acerca da inclusão e propor estratégias de acessibilidades em resposta às atuais demandas do contexto acadêmico. A metodologia desenvolvida pelas extensionistas, no primeiro semestre, consistiu: i) na participação em grupos de estudo e pesquisa sobre as temáticas: Recursos de acessibilidade e tecnologias assistivas, Metodologias de ensino inclusivas e Adaptações de avaliações e atividades; e ii) nas proposições teórico-metodológicas frente às principais necessidades educacionais específicas presentes no Instituto. A relevância da sistemática em questão dar-se para além do crescente número de estudantes com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades no ensino superior, e sim, da garantia do direito à aprendizagem a partir do desenvolvimento de práticas docentes inclusivas. A metodologia foi favorecida pela heterogeneidade da composição do Núcleo formado por pessoas com e sem deficiência dos diferentes segmentos: docentes, discentes, técnicos e comunidade local. Como resultados obtidos, destacam-se: produção e socialização de materiais sobre inclusão e práticas docentes inclusivas, levantamento dos registros de diagnóstico de estudantes com deficiência e dos acompanhamentos junto à coordenação pedagógica, reuniões com as famílias de estudante com deficiência e articulação com a secretaria municipal de educação e demais NAPNE de outros campi. Desse modo, participar do NAPNE tem possibilitado a apreensão de conhecimentos teórico-práticos e a elaboração de saberes necessários a práticas docentes inclusivas.
Palavras-chave
NAPNE; Práticas docentes inclusivas; Extensão.
Subtítulo
Um relato de experiência como extensionistas