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No Brasil, durante o século XX e XXI, a educação à distância (EAD) se tornou um meio de formação comum entre as pessoas que cursam o ensino superior, sendo frequente o emprego dos ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) para as aulas. O modelo AVA é um software que se alia à inteligência artificial (IA) para efetuar o controle e gerenciamento online do ensino à distância. O uso da IA na educação tem tido um crescimento acentuado, e sua utilização de maneira insidiosa requer ser conhecida. Considerando isso, o presente estudo tem por objetivo identificar as contribuições e os limites da ferramenta de inteligência artificial intitulada perplexity ai, observando os conteúdos que essa plataforma gera aos estudantes. O estudo, de ancoragem qualitativa e natureza bibliográfica, utilizou textos que versam sobre este tema considerando o período de 2019 a 2020 utilizando os descritores Quin e Chiang (2020), Chen e Zhang (2019), Chiovatto (2019). As bases de dados, nesta busca, foram Scopus, Web of Science e Google Acadêmico. Os resultados obtidos desvelam que a utilização de ferramentas IA em excesso são prejudiciais à vida acadêmica dos estudantes, visto que podem causar danos, tais como: violação de privacidade online, problemas no desenvolvimento cognitivo, podendo afetar a iniciativa e a criatividade. Não obstante, pode trazer contributos, já que o ensino nesta modalidade não se limita apenas a sala de aula física, podendo ajudar os estudantes com dificuldades na aprendizagem, envolvendo-os no processo educativo. À vista disso, considera-se a necessidade premente de estudos neste tema, uma vez que tem sido largamente empregado no âmbito educacional, sendo preciso normatizar seu emprego, a fim de se afiançar seu potencial educativo.
Palavras-chave
Educação à distância. Educação superior. Inteligência artificial. Aprendizagem.
Subtítulo
Analisando as contribuições da plataforma perplexity ai na vida acadêmica.