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Este artigo tem o objetivo de analisar como a reconfiguração da gestão da Universidade Estadual de Goiás (UEG), principiada a partir do ano de 2020, impactou a modalidade a distância, dentro da instituição. O interesse por essa essa temática adveio das inquietações derivadas da própria experiência enquanto professora nessa universidade, por isso o “relato de experiência” é a metodologia escolhida para essa pesquisa, uma vez que ela consiste em examinar os acontecimentos, a partir da óptica compreensiva de quem os experienciou. Além desse aporte, há o exame de dois documentos fulcrais (o estatuto e o regimento geral da UEG) atribuidores de novos atores sociais a cargos de poder na promoção de uma gestão mais centralizada. Apoiados em um discurso de uma instituição “una” foram criadas normas que acabaram por não considerar as singularidades de funcionamento da EAD. Tal fato acarretou ao comprometimento da autonomia dessa modalidade dentro do ambiente universitário, objurgando-a a um projeto de mero acessório ao ensino presencial.
Palavras-chave
Gestão universitária. Universidade Estadual de Goiás (UEG). Educação a Distância (EAD).